Blogue dedicado às miniaturas de táxi
Mostrar mensagens com a etiqueta Paris. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Paris. Mostrar todas as mensagens

domingo, 12 de outubro de 2008

Táxis do Mundo no Salão Automóvel de Paris

Mondial de l'Automobile Paris
O Salão Automóvel de Paris (Mondial de l'Automobile Paris) 2008, realiza-se entre 4 e 19 de Outubro.
Este ano existe um pavilhão reservado para os Táxis do Mundo. Uma exposição especial que mostra táxis de todos os tempos e continentes: cerca de 40 modelos de táxis provenientes de 31 países.
Eis a lista, em francês:

Yellow Cab Sedan Model 06
De Soto Custom Taxi Cab
Checker Model A11 Taxi Cab
Volkswagen Coccinelle « Vocho » (Mexico)
Peugeot 504 (Argentine)
Peugeot 203
Bajaj Autorickshaw (Jakarta)
Tuk Tuk Tt 350 SD (Thailand)
Jeepney Minibus
Toyota Crown
Renault Type AG Taxi De La Marne
Citroën B2 Compagnie Des Taxis Citroën
Citroën B15 Grand Hôtel
Citroën C4 F Taxi
Renault KZ11 Autoplace G7
Peugeot 401 DLT Slota
Velo Taxi Circa
Renault Fregate
Renault Projet 900
Peugeot 403 G7
Peugeot 404 G7
Mercedes-Benze 300 Bluetec
Peugeot Expert Tepee Taxi Du Futur
Peugeot 406 Taxi 1 (Le Taxi Le Plus Rapide ... Au Cinéma !)
Austin FX3 London Taxi Cab
Austin FX4 London Taxi Cab
Taxi Cab LTI TX4
Hanomag Kommissbrot
Mercedes-Benz 260 D
Opel Kapitän
Mercedes-Benz 180 D
Audi Duo Prototype
Fiat 600 Multipla
Taxi D’hôtel Piaggio Calessino 150
Fiat 600 D Jolly Taxi De Plage
Citroën TA 11 BL
Taxi 85 Renault Colorale (Portugal)
Gaz Volga M21

Portugal está representado pelo Taxi 85 Renault Colorale (1950), de Lisboa.
Veja todos os modelos. (visita obrigatória!)

Clique na imagem e veja o magnífico catálogo virtual:
Taxis du Monde: Catalogue de l'ExpositionVeja o vídeo da exposição de Táxis:


A maioria destes táxis estão presentes na minha colecção de miniaturas... bem que eu gostaria de visitar esta feira!... fico-me pela divulgação e visita virtual, o que já não é mau!

Um abraço!

sábado, 1 de março de 2008

Renault AG1 - Táxi do Marne - Paris - 1914 - Miniatura automóvel n.º 101

Altaya
Táxis do Mundo - Taxis du Monde - Taxis of the World
Escala: 1/43
Modelo: Renault AG1 - Táxi do Marne - Paris - 1914
Made in China

Renault AG1 - Táxi do Marne - Paris - 1914

Táxis de época

O automóvel acabava de cumprir dez anos e passaria outra década antes que o uso do taxímetro se alargasse do seu país de origem, a Alemanha, ao resto da Europa e aos Estados Unidos.
A «Belle Époque» foi uma era de um certo esplendor, a todos os níveis, desde o económico até ao artístico passando pelo social, e teve lugar na Europa entre os últimos quinze anos do século XIX e os primeiros do século XX.
Nesse breve período de tempo, a humanidade viveu um surto de desenvolvimento impressionante: nasceram, por esta ordem, o automóvel (1886), o cinema (1895) e o transporte aéreo (1903). Em 1896 celebraram-se, em Atenas, as primeiras Olimpíadas da era moderna.
Em 1903 disputou-se o primeiro Tour de France, a rainha das competições ciclísticas. No que respeita ao automóvel, a partir de 1895, disputaram-se em França as primeiras corridas organizadas.
Em 1906 celebrou-se o primeiro Grand Prix, competição que daria origem à Fórmula 1 e, em 1911, teve lugar o primeiro Rally Montecarlo.
Naquela época de relativa tranquilidade - na qual a moda eram as exposições universais, as corridas de automóveis, as projecções cinematográficas e os jogos de futebol -, os coches de aluguer puxados por cavalos acabaram por desaparecer para darem lugar aos táxis. Quando se generalizou o nome de táxi, em 1907, ano em que se institucionalizou o emprego do taxímetro em todos os automóveis ao serviço do público nas grandes metrópoles de Londres, Paris e Nova Iorque, o coche de cavalos ainda competia com o automóvel. Uns anos depois, a tracção animal perdeu a corrida frente ao motor. À saída das grandes estações de comboio, às portas dos teatros e dos estádios formavam-se longas filas de táxis onde antes havia coches de cavalos. Agora os jovens de estirpe iam buscar as suas namoradas de carro e não de coche: até Marcel Proust, o grande escritor francês, incluiu uma cena na sua obra À Procura do Tempo Perdido, na qual o protagonista vai buscar a sua adorada Gilberta num automóvel de alugue (anterior aos táxis, claro).
E até os regicídios passaram do coche de cavalos para o automóvel: em 1908, D. Carlos de Portugal e seu filho mais velho foram assassinados quando cruzavam numa carruagem a Praça do Comércio, em Lisboa; em 1914, o arquiduque Francisco Fernando de Áustria e a esposa foram crivados de balas quando percorriam, num automóvel, as ruas de Sarajevo. Este acontecimento precipitou a Primeira Guerra Mundial, que acabou com esse período de bem-estar e florescimento.

Renault AG1 - Táxi do Marne - Paris - 1914

Renault AG1

A grande revolução do táxi teve lugar em 1907 com a introdução do taxímetro. O serviço de transportes privados de passageiros já existia, nas grandes cidades, mas só a partir de então assumiu um carácter de regularidade.
Foi nessa altura que alguns fabricantes de automóveis lançaram no mercado modelos específicos destinados exclusivamente ao serviço de táxis. Foi o caso da Renault, que já em 1905 apresentara os seus primeiros modelos do Landaulet AG, escolhido, um ano mais tarde, depois de provar a sua resistência nas ruas de Paris, para prestar esse serviço público na cidade.
Também conhecido como Renault 8 CV, foi o primeiro modelo em que se instalaram os recém-inventados taxímetros.
Não tardou muito para que as ruas de Paris se vissem inundadas por centenas desses táxis, cujos motores, de dois cilindros, com uma potência de 8 cavalos, desenvolviam uma velocidade de ponta de 65 km/h, mais que suficiente, nessa época, para circular sobre as ruas empedradas de uma cidade.
Tal como os coches de cavalos que, apesar de irem rareando, ainda se utilizavam em Paris em 1914, esses primeiros táxis tinham um compartimento fechado para os passageiros e separado do espaço destinado ao condutor que, inspirado na boleia daqueles veículos, era aberto apesar do seu tejadilho rudimentar.
Durante muito tempo ainda, os modelos de Renault com volante à direita conviveram com os que o usavam à esquerda. Estes, mais modernos mas menos numerosos, estavam habitualmente pintados de verde, enquanto que os outros ostentavam uma cor vermelho-escura. Junto ao condutor, ficava o inovador «taxámetro» - que depois passou a denominar-se taxímetro e que deu a estes veículos o nome de táxis -, e na porta figurava o número de licença do veículo e o nome da empresa a que pertenciam.
Tanto em Paris como nas localidades vizinhas, como era o caso de Lavallois por exemplo, os Renault AG revolucionaram o ambiente urbano, substituindo, quase da noite para o dia, os antigos fiacres puxados por cavalos. Mas a verdadeira façanha destes veículos estava para chegar, e seria a sua insólita participação na mobilização das tropas francesas para a frente do Marne, em Setembro de 1914.
Nesse ano, o parque de táxis parisiense contava com cerca de 1600 unidades, das quais mais de 80% pertenciam à companhia G7, fundada pelo Banco Mirabaud e que eram popularmente conhecidos como «os vermelhos».
Apesar de quase todos os táxis intervenientes no transporte de tropas para a frente do Marne serem Renault 8 CV ou AG (eram os que mais abundavam na cidade), participaram também algumas dezenas de veículos de outras marcas (responderam inclusive à convocatória caros de corrida e veículos privados).

Renault AG1 - Táxi do Marne - Paris - 1914

Ficha Técnica:
Ano de fabrico: 1906/1909
Motor: 2 cilindros em linha dianteira
Transmissão: caixa de velocidades manual de 3/4 velocidades
Potência: 8/8 CV
Dimensões: 3,7 m (comprimento) x 1,6 m (largura) x 2,15 m (altura)
Peso: 1020 kg
Velocidade máxima: 65 km/h

Renault AG1 - Táxi do Marne - Paris - 1914

Táxis de campanha

Quando, em princípios de Agosto, as tropas alemãs cruzaram a fronteira e penetraram na França, o seu principal objectivo era a cidade de Paris. Após um mês de campanha, os Alemães encontravam-se nas margens do rio Marne, a menos de 100 quilómetros da capital, e impunha-se a defesa da cidade.
O general que comandava a região militar de Paris, Joseph Gallieni, mobilizou os reservistas, cerca de 50 000 homens, com a intenção de enviá-los em apoio do general Maunoury, que resistia naquela que viria a ser a Batalha do Marne.
Quando Gallieni ficou a saber da falta de meios para enviar as tropas até à frente, contam que o velho general berrou: «E os táxis?»
Ao cair da tarde de 6 de Setembro de 1914, por ordem de Gallieni, reuniram-se na praça dos Invalides todos os táxis de Paris, com os seus motoristas. Quando um dos taxistas perguntou quanto lhes pagariam, chegou-se a um acordo compensatório por viagem.
Já na madrugada do dia 7, os táxis começaram a transportar, em longas colunas, os soldados para a frente do Marne. A viagem durava cerca de duas horas, e cada taxista transportava em média cinco soldados. À medida que o tempo passava, o número de passageiros aumentou e alguns soldados viram-se obrigados a acomodarem-se no tejadilho.
A 8 de Setembro, quando a Batalha do Marne atingiu o seu auge, os taxistas parisienses tinham levado até à frente mais de 10 000 soldados, desequilibrando a balança a favor dos Franceses e oferecendo ao seu país a vitória na primeira batalha importante da guerra. A salvação de Paris devia-se, em grande medida, aos seus taxistas.
O sucesso, que se tornou lendário, deu azo a muitas histórias, na sua maioria apócrifas. Conta-se que as balas do inimigo atingiram alguns taxistas e, inclusive, que um dos veículos e o seu condutor foram capturados pelos Alemães. Ao que parece, o táxi foi recuperado pelos Norte-Americanos em 1918 e é actualmente exibido no museu da cidade de Portland, no Oregão, dedicado à Primeira Guerra Mundial.
Os analistas não chegaram a um acordo quanto à quantidade de veículos que participaram na operação: os números oscilam entre um mínimo de 500 e um máximo de 1500.
Hoje sobrevivem apenas três destes míticos táxis; o de Portland, um exemplar que se encontra no Museu dos Invalides de Paris e um terceiro que se conserva no Museu do Automóvel de Briare (França).
A façanha foi original não só pelo insólito do transporte, mas também porque, durante a noite, as colunas de táxis avançaram com as suas luzes apagadas para não denunciar o movimento das tropas.
A operação durou três dias e cada táxi realizou de duas a três viagens entre Paris e a frente.
Actualmente, nas margens do rio Marne, onde se travou a batalha, existe uma placa comemorativa encimada por um relevo de um Renault, que faz justiça à epopeia dos taxistas parisienses.

Renault AG1 - Táxi do Marne - Paris - 1914

Fonte: Táxis do Mundo fascículo n.º 32 - Altaya
-Uma revolução de 8 cavalos
-Paris: a cidade nos alvores do século XX
-Táxis de campanha: a gesta dos táxis do Marne
-Táxis de época: um serviço centenário

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Peugeot 404 - Paris - Miniatura automóvel n.º 77

Altaya
Táxis do Mundo - Taxis du Monde - Taxis of the World
Escala: 1/43
Modelo: Peugeot 404 - Taxi Paris
Made in China

Peugeot 404 Taxi Paris
Peugeot 404 Taxi Paris
Peugeot 404 Taxi Paris
Peugeot 404 Taxi Paris
Peugeot 404 Taxi Paris

Táxis parisienses

Hoje em dia, os Táxis de Paris são reconhecidos apenas pelo letreiro «Taxi parisien» montado no tejadilho.
O Táxi preto e com o tejadilho vermelho, corresponde ao modelo mais comum no parque automobilístico francês das décadas de 1960 e 1970.
A miniatura reproduz o modelo característico da firma G7, uma das maiores empresas de transportes urbanos desse tempo.

Peugeot 404

O Peugeot 404 foi lançado no mercado para suceder ao 403, que tinha dado um importante contributo para a reputação da marca quanto à resistência dos seus automóveis. O novo modelo tornou-se rapidamente o expoente máximo daquela que era então a filosofia da empresa. Diante do Citroën DS 19, o seu grande rival, o 404 optou deliberadamente pela suspensão clássica, pelo motor à frente e pela tracção atrás. Não podendo ser comparada com as soluções mais vanguardistas seguidas pela concorrência, esta concepção concedeu-lhe, contudo, uma fiabilidade a toda a prova que o tornou famoso.

Ficha técnica:
Ano de produção: 1960
Motor: 4 cilindros, 1618 cc
Velocidade máxima: 145 km/h
Depósito: 55 litros
Medidas: 4,45 m comprimento, 1,62 m largura, 1,45 m altura

Fonte: Táxis do Mundo fascículo n.º 10 - Altaya
Peugeot 404: o carro da década de 1960
-Paris: a cidade luz
-Táxis parisienses: um século ao seu serviço
-A segurança no táxi

sábado, 25 de agosto de 2007

Peugeot 404 - Taxis of The World - Miniatura automóvel n.º 63

Vitesse Group - Scale Model Cars for Collectors
City Collection
Parisien
Escala: 1/43
Modelo: Peugeot 404 Táxi
Made in China

Peugeot 404 Taxi
Peugeot 404 Taxi
Peugeot 404 Taxi
Pesquisa personalizada